A Calvície no Mundo

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A calvície é um problema que afeta muito mais homens do que mulheres (pela condição ser principalmente genética) e se caracteriza pelo afinamento progressivo dos fios de cabelo e do enfraquecimento da raiz que não permite que novos fios cresçam depois que caem.

A incidência mundial da calvície não é nada baixa. Alguns estudos sugerem que entre os homens, de 65% a 70% da população mundial masculina possa sofrer com esse mal, tanto em graus mais leves quanto mais severos onde a perda de cabelo é quase total.

Já para as mulheres, essa taxa gira em torno de 35% a 40%. Ao redor do mundo, vários estudos já foram feitos e outros seguem em andamento para desenvolver um tratamento realmente eficaz para evitar a queda de cabelo. Assim usar o vencendo a calvície é muito importante.

Alguns estudos já foram realizados em ratos de laboratórios que foram capazes de regenerar pelos perdidos com a idade. Os tratamentos atuais se dão por medicamentos que podem ser dermais ou orais.

Três anos atrás, uma empresa americana responsável por pesquisas genéticas descobriu algumas mutações em seres humanos que estão associadas à calvície ainda em sua fase inicial.

Entretanto, mesmo com elas tendo sido identificadas não existe um tratamento efetivo para o problema, muito menos quando as causas estão ligadas à hereditariedade. Isso porque mesmo que o tratamento seja iniciado, precisará ser levado para toda a vida, já que um problema de cunho genético não tem cura. O máximo que aconteceria no caso de um tratamento ser interrompido é a volta da queda de cabelo.

Além disso, o fato das mutações terem sido descobertas não quer dizer que os mecanismos também foram, o que dificulta ainda mais para os cientista chegarem a uma conclusão mais certa.

O problema é mais antigo do que parece

A calvície já vem sendo enfrentada como um problema desde muitos séculos atrás. Estamos falando de algo em torno de 4000 A.C. Até mesmo o imperador Júlio César se incomodava com a falta de cabelo, e sua receita famosa levava até ratos queimados e dentes de cavalo em uma mistura que ele acreditava ser saudável para fazer os cabelos nascerem de novo.

Claro que naquela época as pessoas ainda não sabiam que grande parte do problema estava associado a fatores genéticos, mas ainda hoje muitas pessoas tomam isso como um conceito extremamente errado.

Como ela afeta mais homens do que mulheres, vencendo a calvicie está diretamente ligada a testosterona. Querer inibir a ação desse hormônio seria um verdadeiro desastre natural. Isso porque é ela quem define as características físicas de um homem, sendo que o primeiro efeito colateral seria a impotência.

Já existem remédios que controlam a ação do hormônio, mas eles agem apenas no local do problema. Sendo assim, não oferecem muito perigo, mas em compensação não são tão eficazes assim.

Porém, em relação a maioria dos tratamentos, e isso não se restringe somente aos pacientes brasileiros mas de todo o mundo, o maior problema está no fato de que não seguem corretamente o tratamento, e por algum motivo acabam interrompendo no meio.

Tá certo que muitos deles funcionam em um primeiro momento e não são eficazes em longo prazo, mas em curto prazo poderiam dar uma grande melhora que não acontece por não serem feitos corretamente.

Um bom exemplo é o Minoxidil. Como se sabe, esse é um dos remédios mais utilizados no mundo para a queda de cabelo. Ele não age diretamente no crescimento capilar, ele apenas dilata o tamanho de veias que passam pela cabeça e assim fazem o cabelo crescer mais rapidamente.

O problema é que além de muitos não seguirem a receita corretamente, é um remédio que em longo prazo não resolve de fato o problema e apenas retarda a queda. Basta torcer para que com estudos cada vez mais aprofundados e mais tecnologia seja descoberto em breve um tratamento que funcione de uma vez por todas.